quinta-feira, 29 de setembro de 2011

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domingo, 25 de setembro de 2011

Viola Brasileira em Concerto

Prezados e prezadas,
Viola, Saúde e Paz!
 
Com muita honra anuncio a disponibilização de uma das produções mais importantes da viola brasileira:
 
O CD "Viola Brasileira em Concerto".
São dez grandes clássicos da música erudita mundial,
interpretados por dez dos maiores violeiros da atualidade.
 
A grande importância está, entre outras coisas:
- na homenagem conjunta ao grande violeiro Renato Andrade, falecido em 2005;
- na participação generossíssima de dez grandes violeiros em torno da proposta;
- no registro da grande versatilidade do instrumento, para o mundo todo poder ouvir.
 
As faixas e seu intérpretes:
"Primavera" ("As Quatro Estações"), de Antônio Vivaldi - por ADELMO ARCOVERDE (PE);
"Arioso", de Johann Sebastian Bach - por CACAI NUNES (PE/DF);
"Habanera" ("Carmen") por PEREIRA DA VIOLA (MG);
"Prelúdios 01 e 07 para Viola Brasileira", de Theodoro Nogueira - por ROBERTO CORRÊA (MG/DF);
"Jesus, Alegria dos Homens", de Johann Sebastian Bach - por VALDIR VERONA (RS);
"Moto Perpétuo", de Niccolò Paganini - por FERNANDO SODRÉ (MG);
"Greensleeves", autor desconhecido - por CHICO LOBO (MG);
"Bolero", de Maurice Ravel - por ROGÉRIO GULIN (MG);
"Sinfonia nr 40", de Wolfgang Amadeus Mozart - por FERNANDO DEGHI (SP);
"Trenzinho do Caipira", de Heitor Villa Lobos - por MILTINHO EDILBERTO (MG/SP/Portugal).
 
Participo como produtor, ao lado de Geraldo Vianna, pela Gvianna Produções Culturais.
 
Adquira pelos portais www.gvianna.com.br
 
e www.violurbana.com
 
 
(onde estão disponíveis a ficha técnica completa, trechos para audição, fotos, etc)
Aproveite as promoções!
 
Agradeço a quem até agora se engajou para que o produto ficasse pronto,
e a quem, a partir de agora, vai colaborar para que continuemos a luta pela nossa cultura! 
 
Muito obrigado.
E vamos proseando...
 
Abraços do João AraújoMúsico, produtor e gestor cultural
Criador do trabalho de preservação músico cultural "Viola Urbana"
Coordenador de projetos especiais - Gvianna Produções Culturais
Diretor Financeiro do IBVC - Instituto Brasileiro de Viola Caipira
(31) 7815-0887 - Belo Horizonte / MG

Augusto dos Anjos por Sebastião Nunes



FOTO: Colagem sobre imagens de Augusto e seus arredores

Grandes poetas não se fazem com grandes biografias, isto é, grandes poetas quase nunca têm tempo para viver de verdade
Colagem sobre imagens de Augusto e seus arredores
Grandes poetas não se fazem com grandes biografias, isto é, grandes poetas quase nunca têm tempo para viver de verdade
A personalíssima poesia do inexplicável Augusto dos Anjos (I)
Vira e mexe, estou de volta ao fascinante universo da poesia e, nele, aos mistérios insondáveis dos poetas inaugurais. Aqueles que, se não mudaram o mundo, mudaram pelo menos nossa maneira de ler o mundo em seus infinitos significados. Certo, bilhões e bilhões de pessoas nunca leram poesia alguma, mas isso não diminui seu mérito. Como escreveu o físico João Torres de Mello Neto, a propósito da educação científica, seu propósito "é dar às pessoas uma percepção mais rica da realidade, permitir que se maravilhem diante dos detalhes do mundo, fazê-las enxergar - no dizer do poeta inglês William Blake - o infinito num grão de areia". Tropeçamos em maravilhas o tempo todo, sem ver. Gastamos a vida com ninharias (minha casa, meu carro, minhas economias, minhas viagens) e - afinal - com meu câncer, meu enfarte, meu AVC, sem que haja tempo de enxergar o que merece ser visto, de um inseto multicolorido a uma folha multifacetada. De ver a vida, em suma.

Não me refiro aos miseráveis, para os quais um teto de lata é uma maravilha. Nem aos emergentes das classes D e E, que se maravilham diante de uma sucata de carro. Muito menos aos velhos cansados, quando podem se dar ao luxo - depois de anos e anos de batalha - de uma viagem de férias e lazer. Não. Estou pensando, como sempre, na banalidade existencial da classe média, em sua estreiteza mental, sua inteligência tacanha e sua cultura nivelada por baixo. Nascer, crescer - ser exibido com orgulho aos parentes - se idiotizar, casar, tentar enriquecer, gerar filhos tão idiotizados quanto, e afinal morrer, com parentes e amigos dizendo, entre lágrimas, no velório: "Era uma pessoa boníssima, nunca fez mal a ninguém". Na verdade, não fizeram mal nem bem, só passaram pela vida e não viveram. Mas o assunto é poesia, que não tem nada a ver com mediocridade. Vamos lá?

O SOTURNO DESENGONÇADO
Augusto era um sujeito esquisito. De família paraibana mais ou menos rica (donos de engenho), nasceu e cresceu no Engenho Pau d’Arco, em 1884. Como era comum na época, foi educado pelo pai, com quem manteve uma relação ambígua de amor e ódio, Freud explica. Bacharelou-se em direito no Recife em 1907 e, em 1910, casou-se com Ester Fialho. Precoce, aos sete anos já versejava. Versos de criança, é claro, que continuariam como versos de adolescente até que explodisse o poeta estranho e rebuscado. Isso aconteceu já no Recife, depois da leitura de Herbert Spencer, Ernst Haecker e Schopenhauer, além da Bíblia, que só serviu para aumentar o conteúdo explosivo da mistura.

Mas a genialidade de Augusto tem de ser buscada em outras fontes. Centenas de estudantes brasileiros da época leram os mesmos autores, frequentaram faculdades - e não se tornaram grandes poetas. Nem poderiam. Augusto também frequentou festinhas de aniversário, saraus, teve amigos e amigas, além de muitos parentes de que gostava, e que gostavam dele, inclusive irmãos, mãe e padrasto, depois da morte precoce do pai. E compôs versos elogiando o nariz desta, os olhos daquela, a cabeleira da outra, enfim, fez o que faziam todos os galanteadores da época: versos de arranjar namorada. Todos foram devidamente publicados mais tarde, na maçaroca horrorosa que se chama "Obra completa", coisa que devia ser proibida. Como misturar o poeta maduro com o principiante, o trágico-amargo com o sentimental, o profundo com o piegas e - especialmente - o poeta de verdade com o prosador de meia-tigela que sempre foi?

O POVO SALVA O POETA
Fausto Cunha, também nordestino, conta que ouviu falar de Augusto quando trabalhava como fiscal numa fábrica de tecidos no interior de Pernambuco. Segundo ele, um fiscal chamado Elias, recitava o "Eu" (único livro publicado em vida por Augusto) quase de cor, declamando poemas inteiros. Todos ouviam, impressionadíssimos. Fausto continua: "Hoje me espanto um pouco pelo fato de ninguém se rir quando Elias recitava estes versos grotescos: ‘Tome, Dr., esta tesoura, e corte/ Minha singularíssima pessoa". E completa: "O povo consumiu umas trintas horrendas edições do ‘Eu’. Alguns criticos elogiaram reticenciosamente o poeta, outros abominaram o seu gosto, os parnasianos desdenharam daqueles versos rudes (rudes por serem um produto extremo da saturação parnasiana), mas o povo continuou fiel à sua misteriosa admiração, resistindo à pressão modernista e ao analfabetismo - o maior inimigo e o maior aliado da poesia de Augusto dos Anjos. (...) Não, Augusto dos Anjos não deve coisa alguma à crítica literária deste país".

AMIGOS BIÓGRAFOS E O POETA
Até 1960, por aí (Augusto morreu em 1914, aos 30 anos), pouca gente ouvia falar ou conhecia a obra do marginalizado. Se os parnasianos o repudiaram, os modernistas fizeram pior: fizeram de conta que não existia, a maior das injúrias e a mais letal das armas contra qualquer tipo de obra, boa ou ruim. Enfim, foram quase 50 anos de esquecimento, exceto pelas edições baratas e pela boca do povo, que teimava em repetir-lhes os versos.

Mas houve algum rebuliço, pequenos movimentos na superfície da lagoa, que não chegaram a provocar interesse maior (exceto na província), mas serviram para preservar-lhe a memória, a biografia e os versos.

Os dois principais responsáveis por isso foram Órris Soares, que publicou em 1920, pela Imprensa Oficial da Paraíba, "Poesias Completas", precioso conjunto do que Augusto produziu. Livro defeituoso, nada crítico, prejudicado pela amizade e pela proximidade, mas fundamental para o conhecimento do poeta. Livro que tem descrições assim: "Foi magro meu desventurado amigo, de magreza esquálida - faces reentrantes, olhos fundos, olheiras violáceas e testa descalvada. A boca fazia a catadura crescer de sofrimento...". Etc. O segundo foi o já renomado Gilberto Freire, num artigo publicado em inglês na "The Stratford Monthly" (1934), em que chegou a afirmar: "Não houve nunca na literatura brasileira expressão mais viva do gosto da introspecção pessimista que os poemas de Augusto dos Anjos". E ainda: "Ao contrário de Bilac, que o crítico norte-americano Isaac Goldberg chama em um de seus estudos ‘um fauno de casaca a brincar com náiades de vestido de seda’, Augusto dos Anjos não soube nunca o que fosse a alegria do sexo. O sexo sempre lhe pareceu um dos aspectos mais sujos e tristes da vida".

Talvez esteja por aí a explicação para o exotismo dessa poesia que durante tantas décadas esteve na penumbra. Voltarei ao tema na próxima semana.


O escritor SEBASTIÃO NUNES escreve no Magazine aos domingos.

Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdColunaEdicao=16458

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Oitavo Concurso Rogério Salgado de Poesia

8o CONCURSO ROGÉRIO SALGADO DE POESIA
 
        Devido ao sucesso obtido com as edições anteriores, a Promotora Cultural Virgilene Araújo institui o 8o Concurso Rogério Salgado de Poesia, com o objetivo de incentivar a cultura, a poesia e a leitura de modo geral, além de homenagear este poeta que comemora este ano, 36 anos de poesia.
 
        Poderão participar poetas de todos os estados do país. Cada autor poderá inscrever até três poemas, que deverão estar digitados ou datilografados, de no máximo uma lauda (30 linhas, incluindo espaços de uma linha para outra), e enviados em 03 vias cada um. Os poemas não poderão ter identificação de sua autoria, sendo que no rodapé da página deverá constar apenas o pseudônimo do autor. Anexar à parte, envelope lacrado contendo em seu interior o nome, endereço e telefone e e-mail para contato (se tiver). Por fora do envelope, constar o(s) título(s) do(s) poema(s) e pseudônimo do autor. No ato da inscrição será cobrada uma taxa de R$ 5,00 (cinco reais) para despesas de manutenção do concurso, enviada em forma de cheque nominal a Virgilene Ferreira de Araújo. Caso ache mais prático enviar o valor em espécie, será enviado recibo para o poeta inscrito.
 
        As inscrições deverão ser enviadas para a Caixa Postal 836 – Belo Horizonte/MG – Cep: 30.161-970, até o dia 30 de novembro de 2011, fazendo valer a data da postagem.
 
        Serão selecionados por um júri composto de dois poetas, convidados pela organização do concurso, além do poeta homenageado, três primeiros lugares, que receberão, além de certificados, um pacote literário composto de excelentes livros e Cds, como incentivo a uma maior incidência de leitura. Caso os jurados achem necessário, serão conferidas menções honrosas.
 
        Mais informações pelo telefone: (31) 3464.8213, 8421.6827 e 8416.8175. 
 
        Obs: as inscrições enviadas que não obedecerem o regulamento, serão automaticamente desclassificadas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Pão e Poesia na Língua Portuguesa

Pão e Poesia na Língua Portuguesa

©Lecy Pereira Sousa

Uma matéria sobre a Árvore dos Poemas, criação do poeta mineiro Diovani Mendonça, veiculada no Jornal eletrônico e impresso Folha de Contagem, em sua edição n° 489 de 2008, começava com os seguintes dizeres:

Árvore dos Poemas’ - Diovvani Mendonça materializa poesias"

"Em um mundo cada vez mais agitado, onde não nos sobra tempo para contemplar as coisas simples da vida, onde até mesmo nossa alimentação é em meio ao corre-corre diário, nos surpreendemos quando nos deparamos com algumas idéias incomuns.”

”O que você acharia se encontrasse protegidas sob a sombra de uma árvore, diversas garrafas PET, contendo poemas e pudesse tranqüilamente s-a-b-o-r-e-á-l-o-s? Pois saiba, ela existe e foi materializada por Diovvani Mendonça, que trabalha em Contagem e mora num sítio em Esmeraldas. Após engarrafar os poemas ele os coloca na árvore. "Assim, ficam prontos os frutos-poemas, que ofereço ao paladar dos meus amigos e visitantes, pois eu queria uma forma de espalhar poemas e letras de músicas no sítio”, diz Diovani.”

O próprio poeta não cansa de afirmar que o Projeto Pão e Poesia é uma das sementes da Árvore dos Poemas.

Desde que foi lançado em 2008 (300.000 embalagens de pão com poesia e arte na frente e no verso) o Projeto Pão e Poesia vem fazendo uma trajetória tão linear que, de alguma forma, ofusca sua própria origem. São muitas as histórias que podem ser contadas desde o lançamento oficial do Pão e Poesia (patrocinado na época por uma empresa de Contagem sem Lei de Incentivo) numa parceria com o projeto musical Stereoteca que consistia na apresentação de um novo nome da música mineira e um poeta convidado no teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa em Belo Horizonte. O objetivo principal: distribuir os pacotes de pão em padarias interessadas no projeto.

A partir daí, semear poemas tem sido uma jornada para Diovani que viu o projeto cair no gosto das escolas que ora solicitam oficinas de montagem da Árvore dos Poemas, ora a exposição do Pão e Poesia.. A primeira escola de Minas Gerais a receber uma exposição do Pão e Poesia foi a Escola Municipal Giovanini Chiodi, localizada no bairro Ipê Amarelo em Contagem, onde Diovani fez questão de plantar uma muda de moringueira (árvore muito apreciada pelo poeta por suas qualidades).

Até agora, o Projeto Pão e Poesia conquistou dois prêmios do Ministério da Cultura sendo: primeiro lugar no Concurso Pontos de Mídia Livre(2009) e o Selo Prêmio Cultura Viva (2010). Também em 2010 o projeto recebeu o patrocínio da empresa V&M via Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais (renovado em 2011) e desenvolve  oficinas do Pão e Poesia em 10 escolas estaduais em Belo Horizonte. O sucesso dessa experiência, que o poeta credita à sua pequena equipe de abnegados poetas-oficineiros (Marcos Fabrício, Ricardo Evangelista, Nov@to e Henrique) possibilitou a gravação recente de um programa para a TV Escola.

Em outubro de 2011 será inaugurada na cidade de Franca - SP, após a solicitação de educadores locais a Diovani Mendonça, uma Árvore dos Poemas. Possivelmente no mesmo mês, outra Árvore dos Poemas será inaugurada por educadores da cidade de Araras –SP, que fazem questão da presença de Diovani e custearão o seu transporte e sua estada na cidade.

Para saber mais sobre a Árvore dos Poemas e o Projeto Pão e Poesia você pode visitar www.arvoredospoemas.blogspot.com
, www.paoepoesia.org
, www.paopoesia.blogspot.com
. Para pesquisas acadêmicas é sugerido buscar na Internet  as palavras “Pão e Poesia”.

Menos preocupado com a mídia e mais preocupado em engravidar possibilidades, Diovani Mendonça segue semeando e também cometendo poemas em seu blog pessoal www.diovmendonca.blogspot.com
(os compromissos fora da web são muitos, mas ele garante que não deixará de atualizar o blog)

Para finalizar, confira, abaixo clicando sobre as imagens, uma nota publicada na edição mais recente da revista Língua Portuguesa sobre o Projeto Pão e Poesia, que segue seu caminho tal girino no brejo. Mineiramente. Novidades sempre são possíveis considerando que muitas são as sementes.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pelas esquinas de La Mancha

                                                                                                                          
©Lecy Pereira Sousa

É difícil saber priorizar quando tudo é prioridade, pelo menos no que se refere ao momento presente. 

Às vezes, "as coisas" transcorrem em ritmo de marasmo, mas tem hora que tudo parece estar(SIC) acontecendo conforme o jargão da produção administrativa, ou seja, just in time.
Daí eu me pergunto: e o escrever? Há um tempo de maturação (não confundir com masturbação, mas se confundir é um problema seu), reordenar as ideias, assimilar acordos ortográficos, entender as exigências sociais do momento em termos de produção textual. 

As letras e as palavras são as boas amigas de sempre, silenciosas, expectantes. Paralela a elas, as palavras, a vida como ela é sem um enredo de Nelson Rodrigues. A realidade social na qual vivemos vê a dança das palavras com estranheza quando essas palavras não narram individualidades, mundos específicos. Ainda, insisto na tese virtual de que cada cérebro é um mundo diverso. Nem sempre burilamos textos em sintonia com esses mundos, esses planetas. Ler e decodificar são cidadelas separada por um abismo, mas ligadas por uma ponte de cipós oscilantes. Tenso, assim. 

Avançar na leitura de mais um romance sobre Alexandre, o grande, escrito por Valerio Massimo Manfredi e com ilustração de capa feita por Milo Manara ou concluir a leitura de uma apostila quilométrica sobre Logística Empresarial ou focar em determinados projetos literários? Existir também é seguir por uma via de mão quíntupla. Há casos de mãos sêxtuplas. Prender-se a conceitos reducionista é algo por de mais pueril. 

Escrever nem sempre se explica, se escreve. Ainda que para a vida essa não seja sempre uma prioridade.

Plastikos

sábado, 10 de setembro de 2011

Costume cultural

Fonte: Jornal O Tempo

domingo, 4 de setembro de 2011

Industrializassomos*

                                                Lecy Pereira Sousa
Chaplin
Chaplin
Chaplin
Chaplin

"Não sois máquinas
Sois homens"
"Não sois máquinas
Sois homens"
"Não sois máquinas
Sois homens"

Hominídeo
Hominídeo
Hominídeo

Máquina ria!
Máquina ria!
Máquina ria!

O último que sai
Acende a luz
O último que sai
Acende a luz
O último que sai
Acende a luz

Chaplin
Chaplin
Chaplin
Chaplin



* Inspirado no filme "Tempos Modernos" de Charles Chaplin


sábado, 3 de setembro de 2011

Lançamento: Poemas que renovam a vida!


Lançamento do livro:

“Poemas que renovam a vida”

de Vilson Barbosa

Dia 07 de setembro-2011 

às 10 horas

Local: Status Café Cultura

e Arte

Rua Pernambuco, 1150 –

Savassi