quarta-feira, 4 de junho de 2014

Previsões para a Copa do Mundo - 2014


Uma pergunta que cabe em época de Copa do Mundo no Brasil é, quem ganha e quem perde com a ação dos denominados black blocs?

O que podemos notar nas diversas ações terroristas ao redor do mundo, com farto registro na Internet, é que qualquer grupo pode assumir a autoria de ações terroristas aparentemente inexplicáveis. A explosão de um carro-bomba na porta de um hotel com grande movimento de estrangeiros num país em guerra religiosa é um desses exemplos.

Acontece que o Brasil é um país pacífico, dirão muitos, considerando a proporção estatística de cidadãos desarmados. Então, qual seria o plano mais sinistro que um grupo de confronto interno poderia perpetrar? Com base em que tipo de reivindicação? Educação, Saúde e Moradia de qualidade para todos? Mas essa é também a bandeira das religiões cristãs e do bem, pelo menos em seus discursos e cultos. Mas essa é também a bandeira de alguns partidos que se denominam socialistas ou defensores da paz social, pelo menos em seus estatutos e programas eleitorais. Mas essa é também a premissa da Constituição Cidadã. Então, os Black blocs querem o que todos, aparentemente, afirmam querer.

Por outro lado, se as atitudes de depredação dos bens públicos são pautadas pelo niilismo ou pelo simples prazer de irritar o poder de polícia, ante a gigantesca inércia do poder estatal, ante os problemas sociais sempre ampliados por leis ultrapassadas e inalteráveis, as ações violentas ganham contornos de deliquência juvenil e exibicionismo narcísico, mesmo que o sangue de cidadãos pacíficos seja derramado em função dessa vaidade.

 Acontece que até as ações mais estapafúrdias podem ser usadas por grupos sórdidos e especialistas em manipulação da opinião pública. Se jovens insatisfeitos com o Estado não são capazes de apresentar um projeto de reinvidicações bem definido por suas ações violentas, sempre haverá hienas bem preparadas para canalizar intelectualmente os desdobramentos dessa ações sanguinolentas.

O que podemos constatar ao navegar pela Internet é que mães e pais de santo, sensitivos, rasputins, astrólogos, profetas, videntes, estão todos preocupados com alguma tragédia  em plena Copa do Mundo no Brasil. Pode ser que tudo isso não passe de mais uma obsessão messiânica, estripulia illuminati ou o que lá seja. Pode ser que tudo transcorra em clima de plena festa, alegria total e de forma ordeira como se na Suécia estivéssemos. Por via das dúvidas, será de bom tom evitar aglomerações.  Quem costuma sair perdendo nesse tipo de história são, sempre, os cidadãos comuns, pagadores de impostos, desarmados e que acreditam na paz e na confraternização entre os povos.
                                                                                                                                                                                                                                                                        Ycel  Asous
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