sábado, 15 de agosto de 2009

A guerra pela audiência


No Brasil o negócio funciona da seguinte forma: quando a briga envolve cifras bilionárias e poder de comunicação tudo acaba em pizza (ou em algumas azeitonas para apagar arquivos vivos e pobres, geralmente quem sabe muito e pode servir de testemunha é pobre e não pode comprar advogados).

A atitude mais comum é o arquivamento de processos, posto que os juízes também têm medo de levar bala ou sofrer um acidente na calada da noite. Na Itália é comum juizes irem para o espaço por defenderem a lei. Portanto, o Natal vem aí e depois o Carnaval e tudo acabará numa farra absurda e o negócio é mandar a tristeza embora porque a venda de cerveja não pode parar e a safadeza também não. Que saudades do Gregório de Matos. Eita poeta sábio!
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